Ronaldo Cardozo afirma que não há projetos parados e explica ausência em reunião da Comissão que preside

Ronaldo Cardozo afirma que não há projetos parados e explica ausência em reunião da Comissão que preside


Depois de muita polêmica sobre a mudança e transferência de datas das reuniões das Comissões da Câmara de Vereadores de Umuarama, estabelecidas a partir do artigo 72, inciso II, do regimento interno do Legislativo, o vereador Ronaldo Cardozo (MDB), presidente da Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, falou pela primeira vez sobre o assunto.
Em entrevista ao Bianca News nesta terça-feira ele explicou porque não compareceu a uma das reuniões e rebateu críticas de que estaria agindo politicamente para atrapalhar os trabalhos da mesa diretora.

Ronaldo Cardozo e o vereador Junior Ceranto (PSD), que preside a Comissão de Justiça e Redação, foram citados por colegas paramentares e cobrados a dar explicações sobre o porquê não estariam cumprindo com o regimento interno que determina o funcionamento das quatro Comissões da Casa.

Em entrevista o vereador destacou que na sua interpretação o regimento interno permite ao vereador convocar a reunião há qualquer momento, diferente do que interpreta os vereadores que compõe a mesa diretora.

Polêmica 
No último dia 18 o vereador Jones Vivi (PTC) usou a tribuna da Câmara de Vereadores, durante a sessão ordinária, para pedir explicações sobre a não realização das reuniões das Comissões que acontecem em datas estabelecidas em Lei. “Aqui não é a casa da mãe Joana. Vereador que não quer trabalhar pede pra sair”, afirmou o vereador durante o discurso.

Segundo o parlamentar duas das quatro Comissões do legislativo estariam descumprindo com o regimento interno, sendo elas, a Comissão de Justiça e Redação, presidida pelo vereador Junior Ceranto (PSD) e a Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, que tem como presidente o vereador Ronaldo Cardozo (MDB).


Em entrevista ao Bianca News no último dia 21, Jones Vivi, que é o 2º secretário da atual mesa diretora, falou sobre o assunto e pediu explicação aos colegas sobre o descumprindo da lei.

Durante a entrevista ele afirmou que a situação prejudica o andamento e tramitação dos projetos e que a procuradoria jurídica da Casa já está analisando a situação que pode inclusive resultar em cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar.

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