Noel do Pão pede desculpas e afirma que situação ocorrida durante sessão solene não passou de mal entendido

Noel do Pão pede desculpas e afirma que situação ocorrida durante sessão solene não passou de mal entendido


Depois de pedir desculpas à vereadora Ana Novais (PPL), e entregar flores a vice-presidente da Câmara de Vereadores de Umuarama, o vereador Noel do Pão (PSC),que preside a Casa, falou pela primeira vez sobre a polêmica ocorrida durante sessão solene realizada no último dia 27 em que estavam sendo homenageadas dez mulheres que foram destaques na sociedade da capital do Noroeste durante o ano de 2018.

Em entrevista exclusiva ao Bianca News nesta quarta-feira (03) ele falou pela primeira vez sobre o assunto e justificou a atitude tomada ao não permitir que a vereadora, autora do projeto que instituiu a homenagem, usa-se a palavra durante a solenidade.

Em entrevista ele afirmou desconhecer que houve pressão por parte de um de seus assessores para que a vereadora o defende-se em plenário e disse que tudo não passou de um mal entendido.

Ele também negou que tenha havido o rompimento de relações com os vereadores da mesa diretoria e pediu desculpas pelo ocorrido.

Polêmica

Uma situação ocorrida durante a sessão solene realizada no último dia 24 para homenagear mulheres de destaque na sociedade de Umuarama acabou resultando em mal-estar e rompimento entre os vereadores na Câmara Municipal.

Durante a sessão a vereadora Ana Novais (PPL), vice-presidente do Legislativo e autora do projeto que tornou Lei a homenagem em comemoração ao mês da mulher, foi impedida de se manifestar.

A alegação da presidente da Casa, vereador Noel do Pão (PSC), foi de que a fala da vereadora não estaria prevista no protocolo do cerimonial, e por tanto, não deveria ocorrer.

A decisão causou repulsa nos presentes que não concordaram com a situação. Muitos inclusive se manifestaram via rede social condenando a atitude do presidente da Casa.

Na sexta-feira passada em entrevista ao Bianca News a vereadora falou sobre a situação.

Segundo ela, a presidência do Legislativo teria tentado pressiona-la a interceder na situação das comissões, e como a vereadora se negou a falar em beneficio do presidente, acabou tendo seu direito cerceado e impedida de falar durante a sessão.

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