Atenção com a família e espiritualidade podem evitar atos extremos

Atenção com a família e espiritualidade podem evitar atos extremos


Nas últimas semanas um assunto tem sido recorrente nas rodas de conversa em Umuarama.  O número absurdamente alto de pessoas que cometeram atos extremos. Em 20 dias foram pelos seis casos de suicido na capital do Noroeste.

Mas o que leva uma pessoa a tirar a própria vida? Por que estes casos tem sido recorrente?  Quais são os sinais que uma pessoa pode estar próxima a cometer um ato extremo? Como a família pode ajudar? Quais são os locais onde estas pessoas podem encontrar ajuda? São perguntas importantes e podem evitar um ato extremo.

Para a psicopedagoga e professora universitária, Rosimari Aparecida Pedroso Szerzerbatz, a questão precisa ser tratada de forma espiritual e médica.

Em entrevista ao Bianca News ela destaca quais são os principais comportamentos de quem está prestes a cometer um ato extremo e explica porque a família precisa estar atenta.

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