Prefeito discute com a comunidade o futuro da Praça do Japão, neste sábado

Prefeito discute com a comunidade o futuro da Praça do Japão, neste sábado

O prefeito Celso Pozzobom terá uma reunião aberta com a comunidade japonesa de Umuarama e moradores das imediações da Praça Juscelino Kubitschek, mais conhecida como Praça do Japão – na confluência das avenidas Rio de Janeiro com Apucarana, Getúlio Vargas e São Paulo.

O encontro será na manhã deste sábado (15), a partir das 8h30, e o objetivo é discutir o futuro da praça, que está praticamente pronta. Desde o anúncio, a obra gerou descontentamento e protestos de muitos umuaramenses.

O projeto é controverso, na opinião do prefeito Celso Pozzobom. “Desde que foi anunciada esta obra, a maior parte da população posicionou-se contrariamente porque o projeto eliminava muitas árvores e reduzia a área aproveitável de lazer para a população”, comentou. Para ele, agora que a obra está quase pronta, é necessário discutir a melhor forma de utilizá-la.

Em princípio, o prefeito pretende bloquear a passagem de carros no trecho que corta a praça, sentido avenida Rio de Janeiro, e destinar o espaço para utilização da comunidade, religando as metades do logradouro.

Devem ser removidas algumas das lombadas (hoje existem seis no entorno da praça) e o estacionamento longitudinal também deve ser retirado. “Com carros parados dos dois lados (em volta da praça e na frente das casas) sobrou apenas uma faixa de passagem para os veículos, o que tem tumultuado o trânsito, em vez de melhorar”, disse o prefeito.

A obra

Devido a atrasos no repasse dos recursos do governo federal, a obra – licitada em junho e iniciada em outubro de 2015 – arrastou-se até julho deste ano. O valor do investimento foi de R$ 472,9 mil e o prazo inicial para conclusão era junho de 2016.

Com o projeto, a praça ganhou ambientes distintos – um para o lazer, com parque infantil e Academia da Terceira Idade (ATI), e outro para reflexão e contemplação.

O espaço conta com pórticos vermelhos e luminárias estilizadas na cultura japonesa, além de calçadas, ajardinamento, bancos e um chafariz sem espelho d'água.

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